A missão dada aos pais não é assegurada somente quando os filhos ainda são crianças. É preciso que sejamos bons mestres tanto no ensinamento quanto nas atitudes, e isso não cabe a nenhuma escola.
Nós enquanto seres humanos responsáveis pelo sustento da família e acúmulos de atividades a serem executadas e outras preocupações, deixamos passar despercebido o fato de que a formação do caráter dos nossos filhos depende de nós pais.
O pai que por muitas vezes trabalha fora, tem seu tempo com os filhos limitado, e por muitas vezes não se cria um vinculo e em outras desconhece os gostos dos filhos.
Sendo assim, muitos filhos anseiam pelo fim de semana, o qual também exige de tempo a ser dispensado pela muitas tarefas caseira...coisas para serem consertadas entre tantas outras. E a criança na sua tagarelice fica rodeando o pai em seus afazeres simplesmente para estar junto a ele, ou até mesmo espalhando suas ferramentas.
O filho sem conhecimento cria a oportunidade ao pai para o fortalecimento de vinculo e de fazer de uma simples tarefa doméstica uma experiência inesquecível para os dois, mesmo quando a criança inventa brincadeiras no mesmo local onde o pai está trabalhando.
São estes os momentos que propiciam maior intimidade entre os dois, por mais breve que sejam elas. Por certo, em pouco tempo já não estarão mais dispostos em ajudar a segurar uma escada, lavar um carro ou a pintar um portão.
A criança não nasce sabendo o que é certo ou errado, nem noção sobre a necessidade de se esperar o momento adequado para ganhar presentes que desejam ou ainda fazer aquilo que bem entende como se o mundo girasse ao seu redor. Com tudo, a missão do pai não termina com a chegada da juventude do filho, outras atividades vão se tornando parte da vida deles e não permanecerão ao lado dos pais.
Rapidamente chega os compromissos com a faculdade, amigos, trabalhos, internet (a qual limita ainda mais o tempo com os pais) e não para por ai, ainda tem as namoradas, baladas. E na atitude natural de querer proteger os filhos é necessário que os pais sejam amigos, companheiros, que tenham vínculos, para que tenham uma maior segurança em suas saídas com amigos e festas.
Naturalmente teremos atitudes de querer protege los e defende los o que pra ele é apenas contrariedade de opiniões, e o por que sim e o por que não já não serão mais o bastante para convence los. Porém, abrir mão da responsabilidade e de regras estabelecidas em casa, deixando-o viver conforme o prazer deles não é o caminho mais fácil e não evita conflitos.
Pai deve estar presente, participar de todas ou quase as atividades com a criança, conversar, fazer com que ela entenda e respeite os horários para brincar e dormir.
Pai é amigo, conselheiro, segurança. Tarefa nada fácil mais que claro é recompensador todas as dificuldades.
Cy e Nin
Bjinhos
2 comentários:
Lindo esse texto Cyy ...adorei!
E a foto que linda, que amor...ha esses Papais babões né , e essas princesas apegadas a eles! kkkkkkk aqui ta assim , a Jú é um grude com o pai , as vezes nem quer vim pra mim, vira as costa acredita nisso!kkkkk
beijinhos nossos
Ai, Cy, tô até com vergonha de comentar aqui... Mil desculpas pela ausência...
Prometo que venho comentar sempre, sempre que o meu gorducho deixar, tá?!
Dá um beijo nessa gostosa ai por mim.
Bjs.
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