Mostrando postagens com marcador mãe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mãe. Mostrar todas as postagens

terça-feira

Mais apegada!


Meu bebê!
Como cresceu, quase já não consigo carrega la no colo.
Mais ainda tem cheirinho de nenê que eu adoro!
Minha linda flor a mais bela de todos os jardins é tão
independente e ao mesmo tempo tão dependente de mim.



Yasmin sempre foi muito independente nunca foi muito de colo a não ser pra dormir, sempre brincou muito bem sozinha, e depois que completou 1 ano vi ainda mais essa independência.
Mama sozinha, dorme sozinha, quer comer sozinha.
Mais da semana passada para esta percebi que ela esta mais próxima de mim, me pedindo colo, querendo que eu assista Tv com ela, segura minha mão enquanto mama.

Fico na dúvida se isso é carência ou é da idade ou mesmo por estarmos a mais de 1 ano juntas, só nos separamos para dormir, onde vamos ou onde vou mesmo que seja ali no mercado ou padaria ela vai comigo.
Na verdade acho que nosso elo de afeto está cada dia maior estamos estreitando os laços. É muito bom receber os seu carinhos e ver que esta mais apegada a mim, mais também não quero alimentar essa dependência afinal ela completará 2 aninhos e ai vamos com certeza enfrentar o desafio da escolinha e não quero que ela sofra com separações mesmo que temporárias.

Filha te amo sempre!

Bjokas Nossas

quinta-feira

PROFISSÃO MÃE



Essa foi uma postagem da minha mãe no seu orkut leiam vcs vão gostar...

Uma mulher chamada Ana foi renovar sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era sua profissão. Ela hesitou, sem saber
como se classificar. “O que eu pergunto é se tem algum trabalho” –
insistiu o funcionário. “Claro que tenho um trabalho, sou MÃE. Nós não
consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o
funcionário friamente.

Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em
situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma
funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.

"Qual é sua ocupação?"

Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da
boca para fora: “Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações
Humanas.” A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a
apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem. Eu repeti
pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas. Então
reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no
questionário oficial. Posso pergunta o que faz exatamente?

Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
“Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em
laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e
fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já
recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação
exclusiva (alguma mulher discorda?). O grau de exigência é de 14 horas
por dia (para não dizer 24)”. Houve um crescente tom de respeito na voz
da funcionaria, que acabou de preencher o formulário, se levantou e
pessoalmente abriu-me a porta. Quando cheguei em casa, com o título da
minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe: uma com 13 anos,
outra com 7 e outra com 4. Do andar de cima, pude ouvir meu novo
experimento – um bebê de seis meses – testando uma nova tonalidade de
voz. Senti-me triunfante. MATERNIDADE, QUE CARREIRA GLORIOSA.

Assim, as avós deveriam ser chamadas Doutoras-seniors em Desenvolvimento
Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutoras-Executivas-Seniors
em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutoras
Assistentes.

Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras – Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor.